Traduzir conteúdo

Traduzir conteúdo Google-Translate-ChineseGoogle-Translate-Portuguese to FrenchGoogle-Translate-Portuguese to GermanGoogle-Translate-Portuguese to ItalianGoogle-Translate-Portuguese to JapaneseGoogle-Translate-Portuguese to EnglishGoogle-Translate-Portuguese to RussianGoogle-Translate-Portuguese to Spanish

Varejão do Estudante

Varejão do Estudante
Varejão do Estudante

Valor do blog www.robertoeromero.com.br em US$

My site is worth$5,904.94

Seguidores

2 de nov. de 2010

Confira as fotos da carreata em comemoração a vitória de Dilma em Arcoverde

0 comentários
Carros sinalizados com a propaganda de Zeca e Júlio

Zequistas: Luciano Pacheco e Warley Amaral, vereadores que apoiaram Dilma no 1º e 2º turnos, acompanhados da vereadora Luiza Margarida que votou e trabalhou para Serra e que sem nenhum constrangimento vestiu a camisa vermelha e colocou praginha para comemorar a vitória de Dilma 

Mais de 50 carros e muitos fogos nas principais ruas de Arcoverde

Luciano Pacheco percorre as ruas da cidade  para comemorar vitória de Dilma. Na Câmara Luciano friza: "Sou um liderado de Zeca"

Vídeos interessantes - PARTE 1

0 comentários

1 de nov. de 2010

Micheliny Veruschk lança livro em São Paulo

0 comentários

O livro estabelece um diálogo com a simbologia da noite pelas mãos de um Orfeu oculto e obscuro que transita entre as costuras dos poemas, que desce aos inferno em busca de um amor extraviado, que encontra na noite o lugar da arte. A ideia é que cada poema funcione como um fragmento do que seria uma canção perdida.

A autora, Micheliny Verunschk que já escreveu em 2003, Geografia íntima do Deserto e O Observador e o Nada, lança "A cartografia da noite" no próximo dia 06 de novembro, na Casa das Rosas, durante programação da Simpoesia.


Caminhada da vitoria de Dilma hoje em Arcoverde !

0 comentários

E hoje tem a caminhada da vitória de Dilma Rousseff em Arcoverde, a partir das 19h. A concentração será na Praça da Bandeira e percorrerá as principais ruas de Arcoverde.

Boatos e intrigas

0 comentários


Os boatos que tomaram conta das eleições de 2010 se assemelham a um “papo de comadres”.


Afinal, não sei se você ficou sabendo, mas a búlgara Dilma Rousseff mudou-se de mala, cuia e metralhadora para o Brasil. Nos anos 60, foi ser terrorista. Aliás, ela até participou de um assalto a banco em Sabará (MG), em 1968, não ouviu falar? Anos depois, virou candidata à Presidência e escolheu Michel Temer, aquele adorador de Satã, para ser seu vice. E dona Dilma garante: nem Jesus Cristo lhe tira essa vitória. 

Já aquele tal de José Serra, dizem por aí, é ladrão de bolsa --de Bolsa Família. Também vai acabar com os concursos públicos, como andou tramando em São Paulo, e com a Zona Franca de Manaus. A Petrobras então, coitada, vai virar Petrobrax e ser vendida para os gringos. E Serra tem afinidade com os estrangeiros --quando foi para o exílio no Chile, foi muito bem recebido pelo general Augusto Pinochet.  

As informações acima, evidentemente, são um mosaico de lorotas. Mas boatos assim deram dor de cabeça nas campanhas, que passaram a combater a multiplicação dessas mensagens em internet, panfletos e boca a boca.

Conheça alguns dos ataques a petista e ao tucano:

BOATOS CONTRA DILMA

• Dilma não poderia participar das eleições pois não é cidadã brasileira: com uma certidão falsa, tenta-se provar que ela, como o pai, nasceu na Bulgária.
• Dilma estaria proibida de entrar nos Estados Unidos e em mais 11 países. Motivo: teria participado do sequestro do embaixador americano Charles Elbrick, nos anos 60.
• Se eleita, a petista iria proibir cultos, cobrar impostos sobre os dízimos e vetar programas evangélicos na TV.
• Com vírus embutido, e-mail passa arquivos com fotos de Dilma, nua, durante protesto em 1974. Por isso, teria sido condenada por atentado ao pudor.
• Michel Temer (PMDB), escolhido como vice da chapa dilmista, seria adepto do satanismo.
• A candidata seria ficha-suja, segundo suposto parecer do Ministério Público Eleitoral, após ser condenada em dezembro por propaganda antecipada.

BOATOS CONTRA SERRA

• Durante exílio no Chile, Serra teria recebido apoio do general e futuro ditador Augusto Pinochet. A campanha defende que ele, na verdade, foi perseguido pelo militar.
• E-mail com vírus contém link para um suposto vídeo de Serra fazendo sexo em seu gabinete.
• O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teria participado de reunião em Foz do Iguaçu para tratar de novas privatizações.
• Os tucanos também são acusados de cobiçar a privatização do pré-sal.
• Inimigo de programas sociais gestados no governo Lula, o peessedebista murcharia investimentos no Bolsa Família e no Minha Casa, Minha Vida.
• Durante caminhada no Rio, há duas semanas, Serra foi atingido na cabeça por um objeto. No imaginário popular, ficou assim: ele exagerou a reação para se fazer de vítima, mas foi alvo de uma reles bolinha de papel (ignora-se a existência de uma segunda “arma do crime”, apontada em vídeos). 

 (Do blog Presidente 40 - Anna Virgínia)

Luta a favor de usar a erva

0 comentários


Nesta terça-feira (02) os Californianos decidirão em votação um referendo sobre a legalização global do cultivo, comercio e consumo da maconha, Fazendo do seu estado um dos territórios mais progressistas do mundo.  O cultivo e a venda de cannabis com fins medicinais é legal desde 1996. A proposta 19 permitirá aos californianos maiores de 21 anos possuírem até uma onça (28,35 gramas) de maconha e cultivar uma superfície máxima de 2,34 metros quadrados.

A proposta 19, como é conhecida, tem o apoio de políticos, sindicatos e associações de defesa dos direitos civis, alem de empresários, incluindo o bilionário George Soros, que na última terça-feira doou US$ 1milhão á campanha a favor da legalização.

Uma pesquisa recente apontou que 49% das pessoas dizem não e 44% sim para essa proposta, após meses de liderança do sim nas sondagens.

31 de out. de 2010

Dilma vence e é eleita a primeira mulher presidente do Brasil

0 comentários
Carlos Bencke e Maurício Savarese
Do UOL Eleições / Em São Paulo

Após quatro meses de uma campanha em que temas morais e religiosos ofuscaram propostas concretas sobre temas importantes à nação, Dilma Rousseff é eleita a primeira presidente da história brasileira. A candidata petista derrotou o tucano José Serra em um segundo turno em que a abstenção superou os 20 milhões de eleitores.
Quatro segundos. Nenhuma palavra. Uma mesa distante da do chefe. Essa foi a participação de Dilma Rousseff na primeira propaganda eleitoral do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. Oito anos depois, ungida por seu mentor para sucedê-lo, a ex-ministra, na primeira disputa eleitoral de sua vida, transcendeu a fama de gestora sisuda para se tornar a primeira presidente da história brasileira.
Sem programa, um de seus desafios será provar que não é apenas uma sombra de Lula, dizem analistas. Além da confiança do presidente, o grande trunfo da petista foi a política de alianças adotada pelo PT e pelo próprio presidente para elegê-la. Graças ao apoio formal de PMDB, PCdoB, PDT, PRB, PR, PSB, PSC, PTC e PTN, a campanha de Dilma ganhou força com o início do horário eleitoral obrigatório. Com isso, a candidata ganhou personalidade.
Ficou por pouco o triunfo já no 1º turno, depois de uma onda de rumores e outra de denúncias envolvendo seus aliados. Para vencer na votação de 31 de outubro, a ex-ministra-chefe da Casa Civil teve de renovar seu pragmatismo assinando compromissos com religiosos, iniciar campanha negativa contra o rival José Serra (PSDB) e trocar a gagueira que a abatia nos idos de abril, na pré-campanha, por aquilo que chamou de “assertividade”, mas que foi considerado agressividade pelos adversários.
No caminho para ser hoje a presidente eleita do Brasil, Dilma sofreu para ganhar trânsito com políticos em geral e com eleitores mais animados em ver seu mentor do que a ela própria.
Precisou de dois Josés Eduardos para guiá-la: Dutra, presidente do PT, e Cardozo, secretário-geral do partido. Obediente e pragmática, atendeu prontamente aos conselhos do marqueteiro João Santana. Adotou novo visual.
A presidente eleita forjada na campanha é diferente da especialista em energia que, com seu temperamento forte, foi alçada ao primeiro time do governo após o escândalo do mensalão, em 2005.
Neste ano, tentou aliviar a imagem da mulher que passava descomposturas em colegas ministros. “Sou uma mulher dura cercada de homens meigos”, costuma dizer, em tom de ironia. Buscou evitar confrontos, mas às vezes partiu para o ataque, principalmente em momentos-chave do segundo turno.
Filiada ao PT há menos de uma década, a ex-pedetista Dilma conquistou seu primeiro cargo público pelo voto. No fim dos anos 80, ninguém pensava que a secretária de Finanças de Porto Alegre iria tão longe.
O mesmo se passou com quem a visse na mesma pasta do governo gaúcho, anos depois. Agora ela terá quatro anos para provar se é capaz de atuar como protagonista, e não como uma mera coadjuvante.
Sem programa
Dilma não precisou de uma Carta ao Povo Brasileiro –nos moldes da divulgada por Lula antes da campanha de 2002, indicando que não faria mudanças radicais na economia.
Mas, no segundo turno, comprometeu-se com questões religiosas. Após uma campanha contra ela em igrejas católicas e templos evangélicos, prometeu não enviar ao Congresso projetos que interfiram nesses assuntos. Assim, estancou a polêmica sobre sua posição a respeito da liberação do aborto.
“Em uma campanha com candidatos tão parecidos, essa carta foi um momento importante porque evitou maior acirramento e colocou as coisas no lugar”, disse ao UOL Eleições o cientista político Luciano Dias, do Ibep (Instituto Brasileiro de Estudos Políticos).
“A Dilma neobeata foi mais um sinal de pragmatismo. É um sinal de que a governabilidade será tão ou mais importante do que foi para Lula, já que ela não tem o mesmo estofo”, afirma Dias.
A presidente eleita insistiu tanto na defesa de avanços recentes que nem sequer apresentou plano de governo. “Sabemos o que acontecerá na parte econômica? Não. Sabemos se haverá reformas? Não. O que sabemos é que Dilma terá a sombra de Lula do começo ao fim de seu governo”, afirma Cláudio Couto, da FGV (Fundação Getúlio Vargas). "O sinal dado por sua campanha é de que as coisas vão continuar mais ou menos como estão.”
Ainda assim, com tantas dúvidas sobre o que virá, não houve solavancos no mercado financeiro. Está subentendido que serão mais quatro anos de autonomia não-formal do Banco Central, de câmbio flutuante, de investimento em infraestrutura e de medidas macroeconômicas em fatias, raramente em forma de pacotes. “A conversão do PT já está feita. Lula vai sair carregado nos braços, e o mercado já não liga”, afirma Dias.
A volúpia do PMDB e de aliados à esquerda, como PSB e PCdoB, mais poderosos depois das eleições 2010, também acende dúvidas sobre se a presidente eleita será capaz de acomodar tantos aliados de primeira hora em seu governo.
Adversários acusam e aliados reconhecem: Dilma não terá a mesma capacidade de articulação exercida por Lula. “E seria diferente se Serra vencesse?”, pergunta Couto.
Sem teflon
Na campanha, a presidente eleita mostrou que aprendeu mais uma lição de seu maior defensor: deixar pelo caminho aliados que se envolvam em práticas suspeitas.
Na reta final das eleições, Dilma sofreu ataques dos adversários por conta de sua ex-braço direito na Casa Civil, Erenice Guerra, demitida do ministério depois que seu filho se envolveu com lobistas. Lula fez o mesmo com José Dirceu e Antonio Palocci.
“Não vou aceitar que se julgue a minha pessoa com base no que aconteceu com um filho de uma ex-assessora”, disse Dilma. As pesquisas citaram o caso Erenice como principal fator para a disputa do segundo turno.
“A popularidade do Lula é resultado de décadas. A maior parte da popularidade de Dilma não vem dela mesma”, afirma Dias, do Ibep. “Até pela folgada maioria no Congresso, ela será mais observada pela mídia.”
Alguns dizem que Dilma esquentará o principal assento do Palácio do Planalto para que Lula retorne em 2014. Outros preferem vê-la como uma mulher forte, que sobreviveu à prisão e ao câncer para golpear um cenário político repleto de caras antigas. Uns tantos a consideram uma burocrata que terá dificuldades para conduzir o país por falta de ginga com os políticos de Brasília.
Com uma trajetória que só começou a ser conhecida há poucos meses, talvez o Brasil precise de quatro anos para saber a resposta.
Faltam referências –e plano de governo divulgado– para definir-se o que Dilma buscará de diferente em relação a Lula. Se é que fará isso. O dado concreto –como a própria gosta de dizer– é que ela ascendeu de figurante em 2002 a estrela em 2010.

30 de out. de 2010

Vota Brasil!

0 comentários


Amanhã milhares de pessoas irão às urnas decidirem quem vai governar o país nesses próximos quatro anos, e em outros oito estados irá ter segundo turno também para governador. Está concorrendo à presidência, a candidata Dilma Rousseff (PT) número 13, candidata do presidente Lula, e o candidato José Serra (PSDB) número 45.

O seu voto é importante para o futuro do Brasil, pense direito antes de votar, observem o que cada um tem a oferecer e quais seus projetos. Votar é importante, pense no seu futuro.

Vota Brasil!